O que foi a Autocom 2017

O que foi a Autocom 2017 ?

A maior feira de automação comercial da america latina trouxe muitas novidades ! Pela primeira vez depois de uns 4 ou 5 anos, ela cresceu, ficou maior, sim ficou maior e melhor organizada.

A diversidade de empresas cresceu!

Antes era uma feira basicamente que tinha exposição de software de Automação comercial e Hardware!  Hoje vemos a forte presença do setor de meio de pagamento dentro da feira, adquirentes, bandeiras, máquinas de POS e empresas ligadas a TEF House!

Empresas tradicionais como Epson, Daruma, Gertec, Bematech (que não usava mais o By Totvs) continuam firme no evento, e que atrai muitos parceiros de negócios, fundamental para essas empresas.

Vale um destaque para a Casa Magalhães que ano após ano vem para o evento trazendo soluções para o varejo, e esse ano apostou forte na mobilidade.

Os principais distribuidores do setor continuam fortes no evento, Scansource e Ingra, que sempre ocupam sempre uma posição de destaque.

Outra grande atração foi o estande da Moura Informática que levou a inovação do ‘Provador Virtual’ para o setor de vestuário, um produto que oferece tecnologia e promete um novo jeito de atendimento aos clientes. Além disso, a equipe estava alinhada e capacitada para falar de todas as tecnologias da empresa. (www.jnmoura.com.br)

 

 

Empresas chinesas ofertando POS com novas tecnologias, tiveram destaque no evento.

As empresas chinesas tiveram destaque trazendo novos POS com tecnologia Android que tende a ser o futuro do meio de pagamento no Brasil, essa tendência ficou evidente nos Stands de Rede e Cielo que colocaram suas máquinas para o público conhecer um pouco melhor.

A Gertec gigante nacional, também trouxe uma máquina totalmente em android para concorrer no mercado disputado por essas novas modalidades de máquinas. Assim como a Pax que exibiu suas máquinas em android, buscando concorrer com o SmartRede e Cielo Lio.

Os tradicionais POS também estavam presente no Stand da Skytef, soluções que estão na moda pois permitem a integração com soluções fiscais , como o NFC-e (Nota fiscal eletrônica ao consumidor)

A Skytef mais uma vez marcou presença e levou suas soluções integradas (Automação Comercial + POS), uma tendência para os próximos anos!

 

 

 

 

O painel Talks foi um sucesso, muito melhor que as palestras que antes começavam as 08:00 e não tinha aderência! As empresas de hora em hora exibiam suas soluções para o público que estavam  presente.

 

Além de todos esses destaques, a Autocom 2017 se reinventou por trazer um espaço para as Startups, as futuras empresas que estarão presentes no evento nos próximos 5 anos.  As melhores soluções ganharam prêmios, e isso mostra o novo espírito da Autocom, renovando e acompanhando a inovação que vem acontecendo em toda cadeia de automação comercial,  alias a Autocom deixou de ser Autocom e passou a ser uma feira de tecnologia para o varejo!

 

 

 

Perdeu algo ? Confira nos sites oficiais!

https://www.facebook.com/feiraautocom/

http://www.feiraautocom.com.br/2017

 

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Tecnologia RFID: mais perto do que imagina

O RFID (identificação por radiofrequência) é uma invenção da Segunda Guerra Mundial para identificar os aviões que se aproximavam do território. Se emitissem a radiofrequência, eram “amigos”.

A tecnologia permite a leitura de uma etiqueta que emite a RF, identificando o objeto. Atualmente, ela é usada para outros fins, podendo ajudar na indústria, estoque, lojas, entre outros locais.

Um claro exemplo sobre o constante uso desse serviço é o “Sem Parar”. Uma antena posicionada nas praças de pedágio permite a leitura da etiqueta que está fixada no pára-brisa do veículo, liberando a cancela e evitando filas em dias de movimento nas estradas.

Além disso, o RFID pode ser usado para controlar o estoque de grandes indústrias, que geralmente enfrentam problemas sérios com pequenos furtos, desvios ou perda de material. A contagem de estoque pode ser até 15 vezes mais rápida do que o método convencional, por código de barras. Um depósito de roupas de 600m² pode ser facilmente contado em uma hora e meia.

Uma etiqueta RFID armazena informações do produto como lote, data de fabricação, validade, local de fabricação. Os dados podem ser editados diretamente pelo software e trocados quantas vezes precisar.

Segundo o Diretor Comercial da Moura Informática, Felipe Moura, “essa é uma tecnologia que está se expandindo no Brasil. Conhecemos essa solução na maior feira de varejo do mundo, que ocorre em Nova Iorque”.

Há dois anos no Brasil, a empresa desenvolveu o software que integra os equipamentos com o sistema utilizado pelo cliente. “Foram dois anos de testes e programação para chegarmos a uma solução eficiente, que oferece agilidade nos processos, controle de estoque, entre outros benefícios”, conta Moura.

O Gerente RFID Junior De Santi viaja pelo Brasil a fim de demonstrar a solução para os interessados. “Grandes empresas nacionalmente conhecidas já nos procuraram para aperfeiçoarem seus processos de diferentes formas. É um investimento que vale a pena”, afirmou De Santi.

NFC

Uma tecnologia parecida com o RFID, o NFC também é uma solução que permite a troca de informações entre dispositivos – etiqueta (ou chip) e smartphone. O ponto que os torna diferentes é distância de leitura entre os equipamentos.

O chip (que pode ser subcutâneo) ou etiqueta (adesivado em um produto) devem estar bem próximos do leitor NFC. Isso permite, principalmente, a segurança da aplicabilidade. Pode ser utilizado para abrir portas, desbloquear o smartphone, como senha para acessar contas de banco, entre outras finalidades.

 

BY:

JEAN CAZELLOTTO
JORNALISTA – COMUNICAÇÃO E MARKETING

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2017: chorar ou vender lenços?

Esse é um ditado que se ouve incansavelmente durante os últimos anos de recessão econômica e agravamento da política brasileira. Questionar-se sobre qual lado gostaria de estar, a resposta é unânime – vendendo o lenço. Mas o que fazer diante desta situação?

As projeções para o ano realmente não são boas, assim como não eram também para 2016. Desemprego, pobreza, dívidas crescendo são alguns problemas que podem ocorrer com quem fica sem dinheiro para pagar as contas. Mas como já foi publicado aqui no blog, quem recebe aquela graninha naquele momento de demissão pode abrir uma franquia (www.abf.com.br). E há opção para todos os bolsos, gostos, jeitos e lugares. Para saber mais sobre essa opção, você pode entrar no site da Associação Brasileira de Franchising  www.abf.com.br, que possui todos os associados – grandes e pequenas empresas.

Se o seu sonho foi sempre ser um empresário, abrir sua própria empresa sem depender de ninguém, aqui estão alguns números: o setor pet cresceu em 2016 mais de 7%, alcançando R$ 19 bilhões em faturamento. Se você gosta de animais e se dá bem com o público, aqui pode ser outra boa opção.

De acordo com o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, o empreendedor precisa fazer um estudo aprofundado sobre quais são as melhores opções de ponto, clientela e, principalmente, um bom planejamento de tudo isso. A instituição afirma que 90% das empresas que fecham as portas nos primeiros 24 meses de vida são por conta da falta de planejamento.

O presidente da software house Moura Informática, José Natal de Moura, acredita que o País vai voltar a ser o que era, mas será de forma lenta. “Não podemos desacreditar em nossa potência. Somos o sétimo país mais rico do mundo, temos que seguir em frente e passar por cima desses problemas”, comenta.

“Esse ano não será dos melhores, mas o grupo Moura Informática investe forte para crescer junto com o mercado de softwares, que prevê um crescimento de 8% em faturamento no fechamento de 2016”.

A psicóloga Geisa Robiatti afirma que “quem passa por uma situação de demissão de um emprego estável não pode deixar se abater. Quem sofre um fracasso – seja na empresa ou na vida pessoal – não tem outra opção se não procurar outros caminhos e seguir em frente” e acrescenta “é natural do ser humano ficar abalado com qualquer coisa que dê errado, mas as coisas sempre irão dar certo e errado, é o ciclo da vida”.

Materia enviada pelo leitor:

JEAN CAZELLOTTO
JORNALISTA – COMUNICAÇÃO E MARKETING

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